Confesso que li esse livro mais levada pela curiosidade do que pela vontade. O único e famoso romance da escritora britânica Emily Brontë é daqueles livros que você ama ou odeia. Eu odiei. A governanta Ellen Dean começa a narrar a história de Catherine e Heathcliff para o locatário da Granja dos Tordos enquanto esse encontra-se adoentado. A história se passa em duas propriedades em Gimmerton, na Inglaterra ('A Granja dos Tordos' o a fazenda 'O Morro dos Ventos Uivantes'). A narradora descreve o amor do casal que nasce na infância; a escolha errada de Catherine e a consequente separação desse casal; e a sede de vingaçança de Heathcliff por ter sido humilhado e rejeitado. Apesar da execelente narrativa, da rica exploração dos detalhes e de não conseguir para de ler, eu não gostei. Não dá para entender porque duas pessoas que se amam não se entregam a esse amor com todas as suas consequências? Até que ponto a posição e o dinheiro pode interferir num relacionamento gerando os sentimentos de ódio, humilhação e vingança? Por que pessoas inocentes tem que pagar pelos atos dos seus pais? Enfim, esses são meus questionamentos. Mas tenho que admitir que a bela narrativa faz valer a pena cada página desse romance.Estraga prazer são indivíduos com capacidade extra-sensorial de acabar sistematicamente com a alegria das outras pessoas.
18 de mai. de 2011
O MORRO DOS VENTOS UIVANTES
Confesso que li esse livro mais levada pela curiosidade do que pela vontade. O único e famoso romance da escritora britânica Emily Brontë é daqueles livros que você ama ou odeia. Eu odiei. A governanta Ellen Dean começa a narrar a história de Catherine e Heathcliff para o locatário da Granja dos Tordos enquanto esse encontra-se adoentado. A história se passa em duas propriedades em Gimmerton, na Inglaterra ('A Granja dos Tordos' o a fazenda 'O Morro dos Ventos Uivantes'). A narradora descreve o amor do casal que nasce na infância; a escolha errada de Catherine e a consequente separação desse casal; e a sede de vingaçança de Heathcliff por ter sido humilhado e rejeitado. Apesar da execelente narrativa, da rica exploração dos detalhes e de não conseguir para de ler, eu não gostei. Não dá para entender porque duas pessoas que se amam não se entregam a esse amor com todas as suas consequências? Até que ponto a posição e o dinheiro pode interferir num relacionamento gerando os sentimentos de ódio, humilhação e vingança? Por que pessoas inocentes tem que pagar pelos atos dos seus pais? Enfim, esses são meus questionamentos. Mas tenho que admitir que a bela narrativa faz valer a pena cada página desse romance.15 de mai. de 2011
MOMENTO ESTRAGA PRAZER
Eu e um amigo fomos curtir a última edição da Virada Cultural aqui em São Paulo em abril. Ele queria muito ver o show da banda 'Beatles 4Ever' e eu o show do 'Frejat'. Quando saímos da estação São Bento do Metrô (saída no Vale do Anhangabaú, pois as demais estavam fechadas), eu, como sempre dona da verdade e dos caminhos, disse que sabia onde era o palco dos 'Beatles' e para ele me seguir. Só que fomos parar no Palco da rua Libero Badaró e lá ficamos debaixo de um sol muito quente por uns trinta minutos, esperando um grupo (por sinal muito estranho) afinar os instrumentos e a cordas vocais. Por volta das onze horas o responsável pelo palco apresentou a banda: "E agora com vocês a banda Armênia, 'Jashgawronsky Brothers'". Olhei para meu amigo e disse: "Ih!! Estamos no palco errado". Caímos na risada. Mas meu amigo ficou chateado, pois já havia perdido uns trinta minutos do show da 'Beatles 4Ever'. Eis que saímos correndo pelas ruas do centro procurando o palco 'Bulevar São João' o qual não foi difícil de encontrarmos pois o grande público e coro denunciavam que o 'remember' era ali ... Resumindo, devido a minha "esperteza" e minha indecisão perdemos parte do show dos 'Beatles' e do 'Frejat' e quase acabei com a noite e o show do "Paulinho da Viola' devido a minha ignorância e orgulho. Sou muito "pimentinha" mesmo... 8 de mai. de 2011
DOIS MESES
Toda vez que vejo uma foto sua dá a impressão que você está lá em casa ou que vai chegar a qualquer momento. Quando ouço o abertura do portão concentro meu olhar fixo na porta na certeza de que você irá entrar e dizer: "Estou cansado. Trabalhei muito hoje". Toda vez que passo pela porta do quarto do meu irmão tenho a impressão que vou lhe ver sentado a frente do computador jogando paciência, ou conferindo os jogos da mega sena. Toda vez que vou tomar banho e desço as escadas tenho a impressão que vou ouvir você abrindo aquela latinha de cerveja para tomarmos antes da janta. Todo sábado a tarde espero entrar na sala e ver você descansando na "cadeira do papai" assistindo aqueles filmes antigos. Todo sábado a noite espero você chegar com aquela pizza da padaria. Todo domingo de manhã espero que a televisão da cozinha esteja ligada no programa Viola Minha Viola... Aff! Que Saudades!!!!5 de mai. de 2011
TEORIA DA SOGRA AMIGA

Há algum tempo venho tentando elaborar uma teoria sobre meus relacionamentos amorosos. Bem, quase todas as mulheres sonham em se casar um dia, e eu como tantas dessas, já sonhei com o vestido, a marcha nupcial, a entrada triunfal, a festa e tudo mais que eu tenho direito... O problema é que sempre me faltou o item principal para realizar esse sonho, o noivo. E de uns tempos pra cá eu percebi que os três pretendentes que passaram por minha vida e que poderiam ter sido o noivo tiveram alguma coisa em comum: a agradabilíssima progenitora. Eu me dei super bem com as três futuras pretendentes a sogra. Foi amor a primeira vista. Eu gostei delas no primeiro "olá" e acredito que isso foi recíproco. Uma delas já me chamava de nora, a outra dizia que queria muito nos ver casados, e a outra queria lavar minhas roupas e fazer as comidas que eu gostava. Com elas eu conversava, dava risadas, elas me elogiavam e me mostravam fotos dos filhos pequenos... Enfim, me dei super bem com as três e nos tornamos amigas. Só que os três pretendentes tinham mais alguma coisa em comum, eles não queriam se casar. Conclusão: acho que não devo mais me tornar amiga da mãe do próximo pretendente. Mesmo que eu goste dela como gostei das outras, mesmo que eu a considere simpática, atenciosa e amorosa, acho que devo proceder de maneira fria e calculista e agir com a razão em vez da emoção, me mostrar como um futura nora chata e deixar bem claro desde o primeiro dia que estou afim de viver em pé de guerra com a minha furura sogra. Assim quem sabe o prtendente queira se casar.
29 de abr. de 2011
CURSO
Durante essa semana fui fazer um curso patrocinado pela empresa. Cursos são sempre bons para nosso crescimento profissional, ainda mais quando a empresa banca e você pode fazer no horário destinado ao trabalho. O que aborrece, às vezes, é quando você não entende nada do que o instrutor está falando e mais ainda quando sabe que o "tal sistema" não vai agregar muito a sua rotina na empresa... Agora, o que aborrece mais ainda é um isntrutor lá na frente dizendo que ele tem 4 formações; que trabalha em uma das melhores empresas do Brasil; que já fez isso e aquilo; que conhece todas as empresas Top do Brasil, pois ajudou na implantação do sistema; que além do curso estávamos ganhando uma consultaoria de 50 mil, pois só ele passava informações importantes para os alunos; que além do básico estaríamos aprendendo funções que só a TI tinha acesso... Aff, um cara muito chato. Enfim, como nessa vida temos que guardar somente as coisas boas, guardei as novas amizades, as boas lembranças dos almoços e cafés e os meus certificados... rsrsr23 de abr. de 2011
PÁSCOA
Esta é a noite em que o Senhor venceu a morte...!
Que nós possamos também vencer a morte, o egoísmo, a inveja, a maldade, a injustiça, a intolerância e tudo mais que há de ruim nessa nossa breve passagem por aqui...
"Pois o céu começa em nós!"
15 de abr. de 2011
MOMENTO ESTRAGA PRAZER
Quando eu era pequena, às vezes, eu e meu irmão erámos acometidos por uma febre sem nenhum motivo aparente e minha mãe já vinha com a pergunta: "Você está com vontade de comer o quê?". Numa dessas famosas febres eu queria muito comer um salgadinho, que naquela época, eu, meu irmão e primas não sabíamos pronunciar o nome devido ao "estrangeirismo" (palavras em inglês adotadas no nosso vocabulário). Como não sabíamos a pronúncia, "batizamos" o tal salgadinho com o nome de rabinho de porco, devido a forma dele lembrar essa parte anatômica do suíno. Bem, toda vez que minha mãe perguntava o que eu queria comer eu respondia que era o tal do rabinho de porco. E, eis que no fim de um longo dia de trabalho meu pai chega em casa todo feliz com essa parte do porco para me satisfazer e assim a febre ir embora. Pois é lembro que ele tirou da sacola, literalmente um rabo do porco numa forminha de isopor embrulhado num papel filme de pvc. E meu pai perguntou: "Você gosta mesmo disso?". "Como quer comer frito, assado ou cozido?". E eu cai no choro respondendo: "Não é isso que eu quero". Como explicar para ele que eu queria era comer baconzitos?...
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