5 de mai. de 2011

TEORIA DA SOGRA AMIGA


Há algum tempo venho tentando elaborar uma teoria sobre meus relacionamentos amorosos. Bem, quase todas as mulheres sonham em se casar um dia, e eu como tantas dessas, já sonhei com o vestido, a marcha nupcial, a entrada triunfal, a festa e tudo mais que eu tenho direito... O problema é que sempre me faltou o item principal para realizar esse sonho, o noivo. E de uns tempos pra cá eu percebi que os três pretendentes que passaram por minha vida e que poderiam ter sido o noivo tiveram alguma coisa em comum: a agradabilíssima progenitora. Eu me dei super bem com as três futuras pretendentes a sogra. Foi amor a primeira vista. Eu gostei delas no primeiro "olá" e acredito que isso foi recíproco. Uma delas já me chamava de nora, a outra dizia que queria muito nos ver casados, e a outra queria lavar minhas roupas e fazer as comidas que eu gostava. Com elas eu conversava, dava risadas, elas me elogiavam e me mostravam fotos dos filhos pequenos... Enfim, me dei super bem com as três e nos tornamos amigas. Só que os três pretendentes tinham mais alguma coisa em comum, eles não queriam se casar. Conclusão: acho que não devo mais me tornar amiga da mãe do próximo pretendente. Mesmo que eu goste dela como gostei das outras, mesmo que eu a considere simpática, atenciosa e amorosa, acho que devo proceder de maneira fria e calculista e agir com a razão em vez da emoção, me mostrar como um futura nora chata e deixar bem claro desde o primeiro dia que estou afim de viver em pé de guerra com a minha furura sogra. Assim quem sabe o prtendente queira se casar.

2 comentários:

Fabi disse...

Isso é mesmo um caso sério. Melhor nem comentar muito. Acho que o mais difícil é saber como tratar a sogra: como nora, como filha ou como aquela que tirou o filhinho da mamãe de casa!!! Ó dúvida cruel. Beijos...

Anônimo disse...
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